BC Papeando Com Azamigas: Ser tentante é…

  • Usar mais de um app pra checar os dias fertéis e duvidar de ambos.
  • Ficar em dúvida se a libido mega alta é coisa aleatória ou inconscientemente no desejo de engravidar (olha. o grau. da dúvida).
  • Dormir com um termômetro debaixo do travesseiro.
  • Comprar roupas que tenham elásticos na cintura e já ficar se imaginando com o barrigão.
  • Pensar quanto tempo esse barrigão vai demorar pra aparecer (deixa eu checar esse app de novo…).
  • Ler mil fóruns e blogs e textos e debates sobre tentativas e conquistas.
  • Marcar GO só pra tirar dúvidas e ficar sofrendo com 1488 grávidas na salinha enquanto só você permanece…magra. Lisa. Sem barrigão. Sementinha nenhuma. Nem o benefício da dúvida, às vezes. E prioridade no atendimento tb não, hahahaha.
  • Comprar coisinhas escondida e guardar pro futuro bebê.
  • Ter mil amigas ‘desconhecidas’ pra falar sobre o assunto, pq o futuro pai abortaria a missão se desconfiasse do tamanho da paranóia.
  • Pensar em como o pai, os avós, os tios e primos reagirão à notícia…se ficarão felizes, se irão paparicar, se vai ser só mais um bebê…

Eu quase pulo o BC dessa semana proposto pela Mama, dona do Mamma Dog, por motivos de: nossa, eu postei anteontem. Tenho muita coisa pra falar, mas não curto ir fazendo um post em cima do outro, achei que não ia ‘fluir’. Mas fluiu, tá aí! Tentante pensa em coisa pra caramba. Listar só 10 foi moleza.

BC Papeando Com Azamigas: Aleitamento.

O tema proposta pra BC dessa semana, pela Cynthia Barreto, é Aleitamento. OU SEJA. Hahahaha. Tem horas que pra mim a BC soa quase impossível pq eu me sinto cuspindo pro alto (com risco de cair na testa): falo sobre coisas que ainda não vivenciei e não sei como vai ser. O tema de hoje é assim.

Nessa vida de tentante a gente acaba lendo de tudo um pouco. Já li muito sobre o aleitamento e, claro, óbvio, assim como fui uma bebê que mamou exclusivamente no peito até o 5º mês (daí me deram uma mamadeira de suco de laranja e eu nunca mais quis saber de tetas na minha vida, fim), claro que eu pretendoquerovou-amamentar. Aí é que entra o cuspir pro alto: minhas pretensões não quer dizer que as coisas vão sair exatamente como eu acho que vão.

Na minha cabecinha, vou amamentar (um dia, sabe lá Deus quando…) em livre demanda – não entra muito na minha cabeça um bebê recém nascido ter as mamadas controladas pelo relógio e não pela vontade. Faço questãaaaaao de viver esse elo de amor, esse momento de alimentar minha cria. Em exclusivo? Sim, se eu for capaz. Se não, complemento. Até quando: outra incógnita. A menos que algo mude na vida, vou ser uma mãe que volta da licença maternidade ao trabalho e, não se sabe como o corpo – e o bebê – vão reagir à ordenha sem lugar adequado pra ser feito, sem lugar adequado pra acondicionar o leite, com bebê sendo alimentado por outras pessoas…tem quem consiga manter bastante tempo mesmo nessas condições, eu espero que sim, mas isso é impossível prever.

Sobre amamentar em público e os Mamaço’s: acho uma causa nobre e admiro quem luta e protesta e briga pelo que quer que seja que acredita. Acho que aqui, entra muito da minha criação, dos hábitos familiares, etc. Não houve, até hoje, ninguém na minha família que amamentasse em público. E nem quem negasse o peito. Mas sempre tem um paninho jogado no ombro, uma fraldinha sobre o bebê (coisa curiosa: na minha família, criança sempre tem uma fralda por perto. Meu enteado nunca tem, e eu fico doidinha com isso, não entendo) e o seio…hábitos, pudor? não sei. Sei que hoje hoje hoje, sou uma pessoa que não consegue se imaginar fazendo diferente disso. Acredito que eu não me sentiria a vontade, me sentiria exposta, mas não condeno de forma alguma quem não se incomoda – pode amamentar perto de mim e onde quiser, acho que isso é algo muito pessoal e não deveria ser motivo de discussão nem represália em lugar nenhum.

Tenho um receio muito grande pq me apego muito à histórias que ‘não deram certo’. Não tinha pega, não tinha bico, não tinha leite, jesus, me apavoro. Já li sobre as conchas e outros métodos pra auxiliar a preparar o bico (preparem uma pedra pra jogar em mim: sou apaixonada pelos meus seios, acho lindos, talvez seja minha parte preferida do corpo, e pra ser honesta eu sofro um pouquinho de pensar na mudança que eles vão sofrer, mas nunca jamais deixaria de amamentar por isso, tá no pacote e tudo vai mudar mesmo) e já sei de dois lugares na cidade (um particular e um público) que oferecem serviços de ‘orientação’ na amamentação. Vamos esperar pelo melhor, mas se a futura mãe aqui se atrapalhar, vale tudo pra fazer valer esse momento da melhor forma possível pra minha cria 😉

E esse post me lembrou uma historinha: tenho uma cunhada que é uma mulher incrível. Pariu de parto normal com a tranquilidade de quem [insiraalgosimplesaqui]. Pegou toda a equipe do hospital de surpresa, tão rápido foi o trabalho de parto. Não sentiu dor. Com a bebê coroando, andou pelo hospital pedindo ajuda que a bebê tava nascendo e alguém precisava amparar. Meu irmão tinha ido em casa pegar a mala da bebê e, perdeu. Minha mãe ligou enganada pra ela 15 minutos depois e minha afilhada berrava a plenos pulmões, enquanto minha cunhada tranquila dizia ‘acabou de nascer, vó, eu tou sozinha, pede pro pai dela voltar que eu preciso de roupa?’. E, umas semanas depois, minha sobrinha, linda, fofa, gostosa, mamando em livre demanda…desnutriu e quase morreu. Pq o leite não tinha nutrientes suficientes pra ela. Minha cunhada, mãe de duas outras meninas que nunca passaram por isso, nem sonhava. Foi um susto! Ela chorou, chorou…do leite não ser suficiente, da menina ter perdido tanto peso mesmo ela amamentando tanto, nervosa de pensar nos gastos…mas, numa ocasião dessas, faz-se o que? Bate o pé e deixa passar fome? Tem dó. Entramos com o complemento e, com 4 meses, ela estava gordinha e rechonchuda. A mãe voltou a trabalhar e ela foi pra creche (que dó). Mamava no peito quando chegava em casa e, de dia na creche, o jeito era mamadeira. Ela é linda, saudável, fofa e forte. Fim.

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Nós, D & D, ainda do noivado: obrigada pelos votos de felicidade de todas vocês!

Update: opa, passei pro Ciclo 2: 6DC e muuuuita preguiça de ficar preocupada hahaha

Minha estréia na BC: Como foi a decisão pelo nome do bebê?

D chegaaaaaando na Blogagem Coletiva! o/ #presente

Desde que acompanho a blogosfera materna sempre vi as blogagens coletivas…como o blog só começou outro dia e, nem grávida eu estou, nunca me senti no ‘direito’ de participar. Mas daí a Dani resolveu lançar a ideia… eu perdi os primeiros pq andei ausente, mas vou me organizar pra participar de todos. E como a blogosfera é pequena e estamos todas num círculo de visitas aos mesmos blogs, fica mais gostoso de acompanhar!

O tema dessa semana, proposta pela Mima, dona do Sou Tentante, é: como foi a decisão para os nomes do seu bebê? o Pai participou?

oi quê que bebê

ENTÃO. Pensar nessas coisas sendo tentante parece tão…distante, ainda. (Na verdade acho que eu tenho medo de sonhar). Acho que nome é muito essência…fico imaginando que na hora que vc vê na ultra, ou escuta o coraçãozinho, ou vê o rostinho a primeira vez é que SENTE o nome…mas, voltando:

Já conversamos sobre o assunto. E chegamos à um consenso estranho, pra dizer o mínimo: se for menina, eu escolho. Se for menino, tenho direito a palpitar, mas a palavra final é dele. Blz. De cara ele descartou minhas preferências masculinas: Davi (nome de primo), Matheus (outro primo)…pronto, cabô, hahahaha. Aí eu queria João-alguma-coisa e ele ama nomes compostos! João Lucas? João Gabriel? Esperar pra ver a carinha….e menina? AAAAAH, MENINA…. ♥♥♥

Sou apaixonada pra ter minha Alice! Pela música do Leoni (que mãe cantava muito comigo numa fase gostosa que vivemos), por Wonderland…e pelas minhas bonecas de pano baianas, todas iguais, mas com uma história fofa e que são todas Alice’s! Hahahahah…mas tb amo Mariah. Pq minha mãe é Maria! Pode ver que ambos os nomes remetem minha mãe, né? Temos uma ligação linda e louca de cumplicidade sobre a qual falarei um dia, e isso acaba fazendo reflexo nessa escolha.

Minhas Alice's, baianas, que tem uma história boa, hahahah...

Minhas Alice’s, baianas, que tem uma história fofa, hahahah…

Mas esses dias aconteceu algo engraçado. Eu estava de dia assistindo um programa mães versus bebês e tinha um bebê chamado Isaac. E eu fiquei pensando, pensando, nome bonito, gostei. Mas, né, in off pra não parecer a tentanteloucaobcecada. A noite D me ligou que estava lendo a Bíblia e ia dormir. Minutos depois chegou uma msg: Isaac. Sem mais nenhuma palavra, nenhum comentário, mas entendi na hora. Achei uma sintonia incrível! Isaac: aquele que sorri. Não é lindo?!

E ficou escolhido. Sem o consenso, sem discussões…só com fé e sintonia.

E que venha o futuro! (Bebê, vem logo que já escolhemos teu nome! hahahahah)

tent

ps.: 2 dias pro noivado e eu estou uma pamonha, chorando com tudo, e olha que não tá rolando stress nem nada, só tou mega emotiva. falta de hormônios + 24DC e uma tpm se aproximando, pelo visto. vou chorar um rio no dia. fuén.